Conquistando Territorios

Somos um povo egípcio que já deixou sua marca por territórios sulafricanos. Agora invadimos o mundo digital para expandir nossas fronteiras do conhecimento. Do papiro à imprensa, unimos o passado ao presente, para então, prever o futuro. No Gutemblog assumimos a responsabilidade de informar. Nossas matérias têm como objetivo principal fazer um link entre as diferentes ciências, com o intuito de melhorar o compreendimento deste mundo contemporâneo, marcado pela velocidade e simultaniedade com que a informação chega. Um longo caminho foi percorrido desde a prensa de Gutemberg, até o advento da internet, mas estivemos por aqui desde muito antes dos dois.

Não subestimem o poder de uma múmia!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Guerra e paz: conflito eterno

"Façamos a guerra para poder viver em paz", já dizia Aristóteles séculos antes da invenção da primeira arma de fogo. Apesar do mundo existir há milhares de anos, nenhum desses dias foram passados em paz. Desde nossos ancestrais, conflitos estão presentes no dia-a-dia. Mas será possível no futuro haver uma mudança nesta situação?
Guerras são preparadas com o intuito de atingir a paz, não seria isso um paradoxo? A guerra, por consequência, resulta em mais guerra, gerando um ciclo sem fim, pode-se observar isto em toda história da humanidade.
A indústria bélica cresceu com a Paz Armada, período que antecedeu a primeira guerra mundial. Entretanto, onde há paz no desenvolvimento de armamentos? Anualmente, a educação de uma criança custa 64 vezes menos que a preparação de um soldado para a guerra. Se lutas por ideologias, religião, até mesmo petróleo estão acima da educação, por que a paz estaria acima da economia bélica?

Nathalia Parra

A paz não machuca

Vive-se num país regido pela injustiça e pela hipocrisia. Para se ter paz é necessário mais do que tirar as armas das mãos dos militares. É necessário acabar com o ódio daqueles que se sentem injustiçados. É preciso que pobres e ricos tenham comida na mesa e saúde de qualidade. É essencial também boa educação e um ensino que faça diferença. Se ao invés de serem gastos em armas o equivalente a 86400 salários de trabalhadores, estivesse sendo gasto o suficiente para um país crescer socialmente e ideologicamente, o mundo seria outro. Seria um mundo, se não com uma paz estável, com indiferenças que não fariam diferença.

Haverá guerra enquanto a conta bancária e a cor da pele forem mais importantes que o brilho nos olhos e a inocência do coração. A paz é boa e a guerra nunca será justa.

Luize Gonçalves Fernandes

A conquista inalcançável

Nos dias de hoje podemos dizer que a paz é uma conquista impossível, pois uma guerra é feita por pequenos motivos e, muitas vezes, por motivos inexistentes, como por exemplo o ataque dos Estados Unidos ao Iraque em que o motivo alegado pelos Estados Unidos foi que o Iraque estaria com um arsenal de armas de destruição em massa sem ter autorização, quando na verdade no Iraque não havia absolutamente nada.

Pedro Andrade

terça-feira, 7 de junho de 2011

A paz na mira de um revólver

O mundo é tão dinâmico que mal conseguimos acompanhá-lo; quem
dirá controlá-lo. Inúmeras etnias, classes socias, culturas, religiões, que nos leva a ser muito comuns ou totalmente diferentes uns dos outros. "Diferentes", palavra tão falada, mas tão difícil definí-la. A definição é complexa uma vez que não é dada somente a partir dos conceitos anteriormente citados; ela se aprofunda. Uma pessoa não é igual a outra apenas porque ambas acreditam em uma religião; elas podem ter a mesma fé, mas interpretá-la de formas distintas - como na religião Islâmica, que há alguns extremistas e outros pacifistas. O grande problema é que nossos ideias acabam entrando em confronto e consequentemente nos levam à violência. O fato é que lutamos por aquilo que acreditamos, em busca da nossa prória paz, nos levando a frase dita pelo filósofo Aristóteles: "Façamos a guerra para poder viver em paz."

Larissa Mota Godke

Em busca da paz

Alguns afirmam que nunca houve a paz mundial, porque sempre em algum lugar há algum conflito; seja ele entre nações, tribos, partidos ou raças. Já outros dizem que um tempo de sossego pode ser considerado um momento de paz, mas nesse caso, a paz interior.


Danielle Garcia Silva

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Morte de Osama Bin Laden será vingada?

O grupo terrorista Taleban (Paquistão), aliado próximo da Al-Qaeda planeja atacar alvos norte-americanos para vingar a morte de Bin Laden (2 de maio), disse um dos principais çlíderes do grupo.
E essas ameaças já estão sendo cumpridas: o grupo militante bombardeou o comboio do consulado norte-americano, sitiou uma base naval e explodiu cadetes paramilitares no Paquistão, que o Taleban vê como uma marionete dos EUA e que Washington avalia como indispensável na guerra contra os militantes.
Omar Khalid Khorasani, principal comandante do Taleban em Mohmand, concordou em responder a questões enviadas pela Reuters e gravá-las em DVD. O vídeo começa com ele e alguns associados sentados no chão de uma casa com paredes de barro, comendo pedaços de manga e fazendo piadas. Ele, então, fica sério e começa a falar sobre as intenções do grupo terrorista.
Algumas ameaças: uma aliança solta entre dúzias de grupos, o Taleban intensificou a sua batalha contra o Estado em 2007, depois de uma sangrenta incursão do Exército na mesquita vermelha de Islamabad, que era controlada pelos seus aliados. Sentado com uma pistola na cintura e com dois colegas com rifles AK-47 ao seu lado, Khorasani disse que a morte de Bin Laden não vai desmoralizar o Taleban. Na verdade, criou uma "nova coragem" nos militantes, disse o principal comandante do Taleban em Mohmand. "A ideologia que nos foi dada por Osama Bin Laden e o espírito e a coragem que ele nos passou para combater os infiéis no mundo estão vivas", disse Khorasani, usando a tradicional calça larga e túnica, com um chapéu com topo redondo. Ele descreveu Ayman Al-Zawahri, o ex-médico egípcio que deve ser o sucessor de Bin Laden, como o "chefe e líder supremo" do Taleban do Paquistão.




Desde que o homem é homem, um ser ''pensante''e com consciência de grupo, há guerras. Seja por um território, uma disputa religiosa ou uma briga de bar. O ser humano tem sede de guerra, mas ao contrário do que muitos podem pensar, esta não envolve nações, tanques, armas, bombas. As pessoas querem fazer justiça com as próprias mãos."Vendetta, sweet vendetta" é um trecho da mpusica Peacemaker (Greenday); vingança, doce vingança, ao traduzir. Porém a cada pequena guerra o derrotado quer a "revanche" gerando mais guerra. Se continuar assim, onde o mundo vai parar? E como já dito por Erasmo de Roterdam "se colocares numa parte da balança as vantagens e na outra as desvantagens, perceberás que uma paz injusta é muito melhor que uma guerra injusta".

Larissa Albuquerque.